3.4.09

a maconha e o metaaaaaaaalllllllllll

Os maconheiros, metaleiros e badernistas da banda Cannabis Corpse e o Eddie deles, uma belota gigante


Essa semana rolou o show do Iron Maiden lá em Recife, vocês tão ligados, né?! Massa, até aí tudo bem... A repercussão desse acontecimento foi grande e diversos blogs resenharam o show, e em todos os textos fica evidente que tudo foi do caralho e que fez a cabeça de todo mundo. Ótima organização, tudo certinho, com pontualidade britânica... Massa demais!

Mas nem tudo são flores e, claro, existiram também as críticas. Poucas, mas existiram. A que mais me chamou a atenção (pra não dizer que foi a única), foi a de Bruno Bruce, colaborador do portal Rock Potiguar. O cara é conhecido por escrever alguns textos polêmicos, ele até defende que o metal não é lugar para mulheres (vai entender o porquê). Mas como eu ia dizendo, a critíca de Bruno ao show do Iron nos surpreendeu. Para simplicar aqui a conversa, vamos a crítica do garoto (ou melhor, Senhor, pois como ele mesmo diz em seu texto, curte som desde 1985, ui!). Segue abaixo trecho bastante lúcido da resenha que ele escreveu para o portal Rock Potiguar:

"Desde 1985 que freqüento shows e ainda não descobri o significado do maconheiro. Que tribo é essa? O que fazem? Como se reproduzem? Vejo aquelas rodinhas de fumo de gente com cara de pilantra, fumando aquele cigarrinho fétido, passando de boca em boca a saliva alheia, olhos injetados, rindo um sorriso sem sentido e, cúmulo, achando-se um outsider, um “contestador”. Idiotas! Esses resquícios comportamentais da era hippie (eufemismo para vagabundo) deveriam ser veementemente combatidos. Eu teria usado a Cavalaria da Polícia Militar (maravilhosamente presente na entrada do evento) e porretes de borracha. Como explicar ao meu filho adolescente essa tolerância social à maconha?"


* Para ver a resenha na íntegra:
http://rockpotiguar.com.br/?p=1120




Cannabis Corpse - Blunted At Birth (Live)

Um comentário:

Rude Igor disse...

Pois é. Nada melhor para separar aqueles amigos que estão se divertindo depois de uma longa e desigual jornada de trabalho com a opressão policial e a violência.